dayana mendes
Divulgação dos textos de uma jovem escritora, postagens com indicações e critica pessoal de obras...
quinta-feira, 30 de julho de 2009
(não) entenda
Você não sabe quem sou?
Acha que sou mulher,
Mas volta e meia me vê menina
E não sabe o porquê.
É muito dificil ver que quero
certas coisas e ao mesmo tempo
Não quero as mesmas?
Mas você (não) tem que entender.
Vamos fazer um acordo!
Não olhe e me perceba...
Veja e me sinta!
Sou perfeitamente possível de se entender,
Só não sou perfeitamente perfeita,
Então é possível que você
Não me entenda. Entendeu?
Quando você precisar da mulher
Lá estará ela, e quando
Quiser a manina pode ver,
Ela nunca se afastou,
e falar sério pé brincadeira de criança.
Agora sabe quem sou?
Duvido muito, mas
Vou acreditar que sabe,
Não é bom saber demais,
Basta saber o suficiente,
Pessoas podem ser intrigantes demais
Principalmente se você souber muito sobre elas.
Então, me veja menina,
Me sinta mulher e decifra-me,
Enquanto ainda tenho ceta sanidade.
Depois pode ser muito
Saber algo sobre mim...
Dayana Mendes P.
terça-feira, 28 de julho de 2009

segunda-feira, 27 de julho de 2009

domingo, 26 de julho de 2009
Brasil, um país, por todos!

País de grandes vitórias
Conquistadas nos caminhos
que as lágrimas de teu povo marcaram...
O choro não cessou.
As nossas invejadas cristalinas águas
São o reflexo de um povo que não desistiu.
Nosso destino ja fora trassado antes
Mas há sempre aquele que não o aceita.
Um país com tanta miséria não,
Pra essa nação sofredora não!
Vê...
Filhos da luta desta Terra dourada
Teus pais choram pedindo
Pedindo para lembrar das lágrimas
Este povo nunca desistiu
Pais pedem:
"Filho, não desista de tua Terra"
O passado sofrido pode guiar-vos
A garra das mães com fome,
Dando a seus filhos tudo que têm;
A humildade de um homem,
Pedindo como esmola aquilo que não tem.
O choro pode cessar...
Faz do teu país, filho da pátria
uma nação, não a de todos...
Mas a nação por todos!
dayana mendes p.
sábado, 25 de julho de 2009

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Dói
Não posso dizer que não sei o que está acontecendo. O silkêncio, esses gritos ecoando, aquele som, um disparo, aquela dor, essas lágrimas. Sinto que me esvaio a cada momento, não consigo ser ouvido e meu coraçaõ esta quase parando.
Só hoje estou pensando, o que eu fiz?
Por que justo agora esse sentimento me ronda; a culpa. Tento me agarrar as coisas boas do meu passado, mas agora até eu consigo ver. Junto com sangue caiu a venda que cobria os meus olhos e não me deixava enxergar, sei o quanto estava errado.
Tento de todas as formas colocar um pouco dessa culpa em alguém, mas não há saída.
Talvez, se eu não tivesse ficado sentado, esperando que as coisas melhorassem, eu poderia estar vendo um programa chato de sábado à noite comendo pipoca (como era bom!). Mas não, estou deitado aqui, olhos fechados e cheiro de corredor de hospital.
Eu recebia avisos sempre, sabia a que pé andava o mundo, não foi a primeira vez que vi uma bala cruzar o ar, mas não fiz nada para que ela parasse e coisas parecidas vão continuar acontecendo, até que alguém tome uma atitude contrária a minha.
Se minha voz pudesse ser ouvida, mostraria o quanto estamos errados, e se alguém pudesse me ouvir, eu diria para mudarem as atitudes, pra mudar o mundo que sofre com elas, por mim... Por todos que precisam e por aqueles que ja precisaram mas não tiveram ninguém ao seu lado.
Somos todos irmãos, então por que não nos amamos?
Dou graças por não poder me ver no espelho, porque não quero ver o rastro de tristeza que ficou pra trás.
Agora sei que estou prestes a enfentar um desconhecido, não vou mentir, estou com medo. Eu só queria pedir perdão, se eu tivesse outr chance não seria do mesmo jeito...
Dói, eu só consigo me lembrar do grito de socorro e do fim. Agora é tarde demais, tarde pra mim, porque dói!
dayana mendes p.